24 de mai. de 2014

Essa praia atrai turistas por um motivo inteiramente único, conheça

Hot Water Beach é uma praia de águas quentes localizada na costa leste da península de Coromandel, na Nova Zelândia, cerca de 12 quilômetros a sudeste de Whitianga. Entre marés baixas e altas, a água quente surge de duas fontes termais subterrâneas. 

Escavando um buraco raso na areia, você pode criar uma pequena piscina de água quente. O fenômeno ocorre apenas em marés baixas e médias. 

Duas horas antes e depois da maré baixa é o melhor momento para desfrutar da água revigoraste.

Durante a alta temporada, centenas de pessoas chegam à praia com pás e baldes e começam a cavar piscinas grandes o suficiente para abrigar uma pessoa. Quanto mais fundo você cava, mais quente a água fica, podendo chegar a temperaturas como 64º C. 

23 de mai. de 2014

Pele de tubarão é coberta de dentes

Os tubarões geralmente são lembrados por seus dentes super afiados que podem desde destruir botes infláveis a matar seres humanos. Sua ameaça é tão grande e tão temida que uma empresa australiana até desenvolveu roupas especiais para proteger surfistas e mergulhadores de possíveis ataques. Mas se você acha que os dentes da boca são os únicos que os tubarões têm, está muito enganado.

Os tubarões têm outros milhares de dentes que ficam em um lugar um tanto inusitado: sua pele.

Isso mesmo. A pele dos tubarões não são nada parecidas com a pele dos outros peixes. Ao invés das tradicionais escamas, ela é feita de diamante em forma de microscópicas escamas com arestas, chamadas “dentículos”. Os cientistas desconfiam que esses “dentículos” compartilham da mesma origem evolutiva dos dentes que conhecemos, justamente pelo fato de terem mais características em comum com dentes do que com as escamas.

22 de mai. de 2014

Ciência tenta explicar o poder dos golfinhos em salvar vidas no mar

Os golfinhos são animais surpreendentes e, frequentemente, surgem notícias que comprovam o quanto a ciência ainda tem a descobrir sobre a espécie. Recentemente, estes animais foram reconhecidos pela Associação Americana para o Avanço da Ciência‏ como “pessoas não humanas”, fato que os coloca em uma categoria de animais protegidos pela lei contra abusos. Segundo estatísticas, os golfinhos resgatam anualmente mais de mil mergulhadores e náufragos.

A explicação de alguns especialistas, como os da Sobrenatural.org, é que, ao se depararem com uma pessoa perdida no mar, os golfinhos usam o seu sonar para identificar semelhanças de suas estruturas ósseas com a de humanos, o que faz com que pensem que somos um deles.

Um vídeo mostra as imagens do atleta Adam Walker nadando no mar da Nova Zelândia. (Veja vídeo no final da postagem)

No dia 22 de abril, quando o nadador britânico Adam Walker estava no meio de um trajeto de 25 km em mar aberto, nas águas da Nova Zelândia (no Estreito de Cook, mais especificamente), um grupo de nada menos que 10 golfinhos se aproximaram dele para, aparentemente, protegê-lo. De acordo o que foi noticiado sobre essa história, eles chegaram junto assim que perceberam a ameaça de um tubarão, que estava nadando embaixo de Walker, seguindo-o (e provavelmente esperando o melhor momento para dar uma abocanhada no atleta).

Os animais ainda contam com diversas outras características, no mínimo, carinhosas, como gostar de cachorros, cuidar de outros golfinhos doentes, ajudar as baleias e, até mesmo, brincar e fazer coisas por simples diversão. Tudo isso parece indicar que o golfinho pode ser considerado o melhor amigo do homem debaixo da água. 

21 de mai. de 2014

Micro bonsais dão um novo significado para a palavra miniatura

  • Um trabalho artístico modificando a natureza - sensacional!


Muito provavelmente você saiba que bonsai é a forma de arte tradicional de esculpir árvores em miniatura em vasos, mas as fotos que você vai ver nesta coleção levam o bonsai a uma outro micro-nível. Afinal o que acontece quando você aplica cuidado e amor de pequenas coisas para uma forma de arte que já é relacionada com coisas pequenas?

Nos últimos anos, a forma de arte do Bonsai sofreu uma tendência de mais miniaturização ainda. Especialistas  do setor consideram que criar plantas bonsai com menos de 3 cm seja algo quase impossível, mas alguns artistas assumiram o desafio, criando pequenas plantas e pequenos vasos que deu origem a uma nova categoria conhecida como cho-mini-bonsai, ou bonsai ultra-pequeno.

Não é nenhum segredo que os japoneses se destacam em fazer as coisas menores, quer se trate de automóveis, eletrônica ou alimentos. Na verdade, o amor do Japão por pequenas coisas podem ser rastreadas na literatura, que remonta mais de 1.000 anos. Quando se trata da terra do sol nascente, é evidente que a beleza vem em pacotes pequenos. Confira as fotos:

20 de mai. de 2014

A história do garoto que construía moinhos de ventos

  • Uma atitude que mudou sua vida e de sua pequena comunidade

William Kamkwamba vivia com seus pais em Masitala, uma pequena aldeia a 2 horas da capital de Malawi, em uma casinha de pau-a-pique sem água corrente nem luz, e na mais absoluta pobreza. 

Até que o garoto de 14 anos, que tinha abandonado a escola por falta de pagamento, decidiu fazer seu próprio futuro e construiu com suas próprias mãos e lixo reciclado um pequeno moinho de vento que mudaria sua aldeia para sempre. Esta é a história de um fascinante projeto e suas mediáticas conseqüências.

William nasceu em 5 de agosto de 1987 em um dos países mais pobres e densos da África: Malawi. Com 13 milhões de habitantes, a maioria roçando a extrema pobreza, tem uma taxa de 14% de infecção por HIV e uma expectativa de vida próxima aos 43 anos. O problema fundamental do país é a necessidade de importar, quase em sua totalidade, todos os bens e energias de consumo, dispensando ao país uma dívida externa progressiva que lhe impede crescer e se desenvolver para sair de sua condição de extrema pobreza.

19 de mai. de 2014

Homem descobre tartaruga-aligátor gigante de 45kg em Oklahoma

  • Um par de pescadores encontrou num lago em Oklahoma, EUA, uma tartaruga-aligátor enorme com cerca de 45 quilos.

A descoberta de Dave Harrell e Audey Clark ficou documentada na página de Facebook do Oklahoma Department of Wildlife Conservation. «É a maior que já vimos», apontaram os autores da descoberta.

De acordo com Barry Downer, do Tulsa Zoo, o animal pesará entre 45 e 50 kg. O especialista apontou que o maior espécime que alguma vez viu pesava uns impressionantes 93 kg.

As tartarugas-aligator (Macrochelys temminckii) são conhecidas como «os dinossauros» dos mundo das tartarugas, devido à sua carapaça com picos, cauda de escamas grossas e focinho em forma de bico.

A tartaruga aligator (Macrochelys temminckii, por vezes chamada de Macroclemys temminckii) é uma espécie de tartaruga de água doce da família Chelydridae. É a única espécie do gênero Macrochelys. Esta espécie habita os rios, lagos e pântanos do sul dos Estados Unidos da América. O nome "tartaruga-aligátor" ou "tartaruga-crocodilo" é devido ao seu grande tamanho (é a maior tartaruga de água doce da América do Norte) e sua potente mordida que é usada para abocanhar presas.

Esta espécie foi o tema de um episódio do programa do Animal Planet Criaturas Esquisitas. Que por sinal, EU VI.
  • Hábitos e alimentação

18 de mai. de 2014

Irmãs que a vida fez: a história de Sarah e Paige

  • Uma amizade que surgiu por um problema de saúde e que era mantida a distância

Muitos de nós temos um amigo que conhecemos toda a nossa vida, geralmente um garoto da mesma rua ou o filho de amigos de nosso pais, com quem crescemos partilhando tudo. 

Mas, este não é o caso de Sarah e Paige, adolescentes com um vínculo longo de vida, apesar do fato de viverem 13.000 km distantes: uma nos EUA e a outra na Nova Zelândia, e que suas famílias nunca tinham se encontrado pessoalmente. As meninas se conectaram por uma condição rara e forjaram uma amizade duradoura através de e-mails, telefonemas e Skype.

Sua história começa quando ainda estavam no útero. A ultrassonografia mostrou que Sarah iria nascer com apenas uma parte do braço esquerdo e sua mãe então procurou na internet por um outro pai, em qualquer lugar, que pudesse oferecer apoio. Sua pesquisa levou-a para os pais de Paige no outro lado do mundo. Ela tinha a mesma condição e os pais das meninas começaram a compartilhar cartas e fotos.

Quando as meninas tinham idade suficiente, começaram a trocar e-mails e passaram a conhecer melhor uma a outra, compartilhando histórias de suas vidas diárias e alguns dos obstáculos que enfrentam. Elas se tornaram melhores amigas em todos os sentidos:

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