26 de set de 2016

O jovem mais alto do mundo mede 2,37 metros, e segue crescendo 15 centímetros ao ano

Broc Brown é o nome deste jovem de 19 anos oriundo de Michigan que está crescendo a um ritmo de 15 centímetros por ano e que segundo os médicos, talvez, nunca deixe de fazê-lo. 

O que significa que, após estabelecer o recorde de adolescente mais alto do mundo, se seguir crescendo também poderia estar perto de ser o homem mais alto do mundo. Ainda assim dificilmente superará o maior homem que já pisou a terra, o simpático e doce gigante Robert Wadlow, que alcançou a inacreditável estatura de 2,74 metros em decorrência da acromegalia.

Aos 5 anos foi Broc foi diagnosticado com a Síndrome de Sotos, quando disseram a sua mãe que não superaria a adolescência.

Conheça a CIA QUINTETO DE 4


Queridos amigos do MIB, curtam e compartilhem a página do Facebook da nova Cia de Teatro de Salvador e fique por dentro da estreia (novembro) de sua primeira peça, a comédia:

DIÁRIO DE UMA VAGINA

TEXTO E DIREÇÃO: Lucas Bertolucci
CO DIREÇÃO - Grasca Souto
DIREÇÃO DE MOVIMENTO - Christiane Veigga
ATUAÇÃO - Indaiá Oliveira

Página do Facebook

Blog da CIA Quinteto de 4

"Se Eu Fosse Eu" no Catarse

Amigos de todo Brasil da MIB, estou iniciando uma campanha de arrecadação para lançar meu Livro 
" Se eu fosse eu" - Participem 

Contribuam com esse sonho. Valores bem baratinho e você ainda ganha o livro. Só clicar no link: https://www.catarse.me/se_eu_fosse_eu



Esse livro partiu de um poema que escrevi com o mesmo título, poema premiado em primeiro lugar num concurso internacional de língua portuguesa e selecionado para integrar o livro "4ª Antologia de Poesia Contemporânea" de Portugal.

“Se eu fosse eu” é um diário com pensamentos isolados, mas ao mesmo tempo, unidos por um sentido final que retrata a mente conturbada de qualquer ser humano, com seus altos e baixos. Tudo isso visto pela visão de um homem que tenta desesperadamente compreender a si mesmo e aos outros.
Nele pode-se encontrar o amor a vida, o amor as pessoas, ou então a visão de uma vida sem um futuro próspero, uma vida que chega ao fim pelas próprias mãos humanas. Todos os conflitos humanos são relatados por um homem que tenta ser de uma outra maneira, que tenta ser melhor do que antes.
Um livro repleto de surpresas com inúmeras mensagens de encontro com seu eu pessoal.
Será que você teria coragem de ser você mesmo?

Obs: compartilhe com os amigos e ajude a nossa literatura. Obrigado.

Saiba quem é Lucas Bertolucci:

25 de set de 2016

Arquitetos italianos transformam antiga caverna em um oásis moderno

As cavernas de Matera, também conhecidas como Sassi, estão localizados no sul da Itália e estão sendo usadas desde os tempos do Paleolítico, quando os habitantes começaram a esculpir na pedra macia para criar casas. 

Com a tarefa do desafio de criar um convidativo interior acolhedor, com um toque moderno, o escritório de arquitetura Manca Studio, dirigido pelos irmãos Alfredo e Marina, habilmente misturou a história com contemporâneo contratados pelo hotel Dimora di Metello. Em seu primeiro projeto de hotel, eles adotaram as curvas do espaço, criando quatro suítes confortáveis, uma área comum, terraço e um spa distribuído por 300 metros quadrados.

As paredes de pedra quente nos quartos abraça os visitantes, dando uma sensação de segurança e calor sem que se sintam claustrofóbicos. Os arquitetos utilizaram paredes brancas para dividir o espaço e maximizar a luz natural, e de alguma forma conseguiram criar luz e interiores luminosos de algo que ninguém poderia pensar possível em um ambiente de caverna.

24 de set de 2016

Pediatra mexicano se fantasia de super-herói para transformar a consulta em uma aventura inesquecível

Que chato pode resultar ir ao médico para uma criança, mais se estiver doente não há outro remédio do que receber tratamento. O pediatra Sergio Galegos, San Luis Potosí, no México, sabe muito bem e, por isso, atende todos seus pacientes vestido de super-herói. 

Batman, Superman, Spiderman, Ironman, Chapolim, mariachis, piratas e muitos outros personagens, povoam o consultório deste simpático médico que, pouco a pouco, está conseguindo iniciar um pequeno debate em torno do tratamento com o paciente no mundo da oncologia e pediatria infantil.

Quando tinha 17 anos o próprio Sergio foi diagnosticado com câncer. Os médicos temiam o pior mas, por felicidade, um novo tratamento desenvolvido nos EUA funcionou e dois anos depois a doença entrou em remissão.

Inclusive Sergio recorda que passou muitos momentos de angústia no hospital e que o único momento de alívio que encontrava durante sua internação nos EUA era a visita dos palhaços.

23 de set de 2016

Fotógrafo usa uma câmera de quase 200 anos para fazer retratos assustadoramente belos

Giles Clement é um fotógrafo contemporâneo que gosta de fazer as coisas a moda antiga, de modo que no seu estúdio em Nashville cria retratos tremendamente belos usando uma câmera feita no século XIX. 

Seus ferrótipos são equipamentos fabricados há mais de 160 anos, de uma época em a que as câmeras eram feitas por artesãos em lojas pequenas, e as lentes eram projetadas com regras de cálculo, experiência e sentimento. 

Ele conta que os defeitos inerentes destes instrumentos se encaixam perfeitamente com sua visão de um mundo imperfeitamente belo.

Clement usa ferrótipos -um processo fotográfico que consiste na criação de uma imagem positiva sem negativo, diretamente sobre uma chapa fina de ferro (ou estanho) revestido com verniz ou esmalte escuro- e ambrótipos -ferrótipo substituindo a chapa de ferro por uma de vidro-, duas técnicas populares nos anos 1850 e 60, que substituíram parcialmente o daguerreótipo, e como é possível ver nas imagens, o resultado final é evocador e muito bonito.

22 de set de 2016

Robert Smalls, o escravo que foi herói da Guerra de Secessão e comprou a casa de seu amo

Robert Smalls foi um escravo de uma plantação de algodão em Beaufort, no estado americano da Carolina do Sul, propriedade dos McKee. Graças a sua mãe conseguiu aprender a ler e a escrever, algo que seria fundamental para seu futuro. 

Depois de algumas más colheitas e com necessidade de rendimentos extras, Henry McKee decidiu alugar alguns de seus escravos para trabalhar na cidade e um dos eleitos foi Robert. Com só 12 anos, Robert foi enviado a Charleston onde começou a trabalhar em um hotel.

Após vários empregos, ele teve a ocasião de trabalhar no porto como estivador e ali começou seu romance com o mar. Depois de um tempo, e graças aos ensinos de sua mãe, conseguiu chegar a ser timoneiro.

Já no começo da Guerra de Secessão foi recrutado pelos confederados como timoneiro do Planter, um antigo barco à vapor algodoeiro transformado em navio de transporte de tropas e armamento. Robert não deixar de aproveitar aquela oportunidade, junto a outros escravos que faziam parte da tripulação do Planter, e após estudar durante um tempo os movimentos dos oficiais ao comando -logicamente, brancos-, criaram um plano para fugir e algo mais...

21 de set de 2016

Um caso de amor que surpreendeu o mundo: o príncipe africano que abdicou de trono para se casar com britânica

Ruth e Seretse tiveram quatro filhos; um deles, Ian,
foi eleito presidente de Botswana en 2008
Na década de 40, Seretse Khama já sabia o que o futuro lhe aguardava. Ele se tornaria um rei da tribo Bamangwato, no então protetorado britânico de Bechuanalândia, atual Botsuana, no sul da África.

Mas antes de assumir o trono, ele foi estudar Direito na Universidade de Oxford, no Reino Unido - em uma viagem que mudaria sua vida totalmente.

Na faculdade, ele ficou amigo da britânica Muriel Williams, que, em 1947, o apresentou para sua irmã, Ruth.

Ruth era branca, de classe média e trabalhava para uma empresa de seguros.

Seretse deveria voltar para casa assim que se formasse, se casar com alguém da sua etnia e ser coroado líder. Mas ele se apaixonou por Ruth.

20 de set de 2016

Segredos de antiga civilização misteriosa que inventou o banheiro será revelado algum dia?

  • Uma civilização misteriosa tem confundido o mundo arqueológico por décadas.

Conhecida como a Civilização do Vale do Indo é a maior e menos conhecida de todas as primeiras grandes culturas urbanas, e prosperou entre 2600 e 1900 a.C. Em seguida, desapareceu abruptamente, segundo registros históricos. Muito pouco se sabe sobre as pessoas, que estranhamente não deixaram nenhuma evidência arqueológica de guerra e relatos de confrontos. Agora, um especialista acredita que pode estar mais perto de decifrar a escrita antiga usando a tecnologia digital, podendo encontrar padrões em seus símbolos incomuns.

Escrevendo um relatório detalhado, publicado na revista Nature, Andrew Robinson, autor de ‘The Indus: Lost Civilizations’, diz que a pesquisa sobre o império tem progredido de forma importante. O Império estendeu-se através das planícies do rio Indo, do Mar da Arábia para o Ganges, sobre o que é hoje o Paquistão, ao noroeste da Índia e leste do Afeganistão. 

Tal como os seus contemporâneos, os Indos, que podem ter representado até 10 por cento da população do mundo na Idade do Bronze, vivia ao lado dos rios, devido a sua subsistência para a fertilidade das terras, regadas anualmente. Porém, os restos de seus assentamentos estão localizados em uma região desértica, longe de qualquer grande rio. Eles foram esquecidos até a década de 1920, mas, desde então, uma grande quantidade de pesquisa descobriu uma cultura urbana sofisticada com inumeráveis rotas comerciais internas.

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